Home ACTUALITE Niger Poste fait sa grande mue sous le magistère du jeune performer Idrissa KANE

Niger Poste fait sa grande mue sous le magistère du jeune performer Idrissa KANE

Depuis 2017, l’entreprise publique postale Niger Poste a pris de nouvelles couleurs. Un jeune crack, plein d’énergie à la vision futuriste, tournée vers la digitalisation, est aux commandes. Idrissa KANE, c’est son nom. À peine un an dans les colis, Niger Poste repolit son image et affiche une embellie financière. Le chiffre d’affaires est monté à 2,5 milliards de FCFA. En dix mois d’exercice. Prouesse d’un sauveur.

Niger Poste sort la tête de l’eau. Lentement. D’un écosystème postal français aux emballages des colis sur les berges du fleuve Sénégal, le défi était grand. Sur les épaules du jeune Idrissa KANE, promu en 2017, Directeur Général de Niger Poste. Son énergie et sa hargne de réussir le pari de hisser l’entreprise publique postale ont payé.

Au finish, il a monté haut la barre. Produit de Poste France qui engrangeait chaque année un chiffre d’affaires de 22 milliards d’euros, Idrissa KANE a su « réinventer » une poste nigérienne agressive et moderne.

Il a su l’adapter à son temps, en la diversifiant avec le génie de la transformer. Fruit d’une innovation et d’un pragmatisme.  

Dans African Business, paru cette semaine et lu par Confidentiel Afrique, le « Monsieur Poste » du Niger, explique la recette de la vision managériale de l’entreprise.  «Je prends le meilleur des anciens avec comme critère l’expérience et le meilleur des jeunes avec comme critères la fougue et l’esprit d’aller vite, mais du côté positif.» L’agressivité commerciale passe par l’innovation avec le lancement Logistic-Post, Post-Transfert, Classic-Post, Premium et Comptes.

Ces réformes ont porté leurs fruits. «En décembre 2017, le chiffre d’affaires était autour de 900 millions de F CFA et en 2018 nous sommes à plus de 2,5 milliards en 10 mois d’exercice 2018. Sur divers produits, nous avons explosé notre chiffre d’affaires », clame-t-il. Une prouesse pour ce performer à la fleur de la peau.

Le Président nigérien, Issoufou Mahamadou a vu juste en confiant certains départements publics stratégiques de l’État à des jeunes conscients et dévoués à relever les défis du développement.

Par Boubker BADRI avec Confidentiel Afrique

2 Comments

  1. O presidente Michel Temer assinou nesta segunda-feira (17) uma medida provisória (MP) para liberar R$ 225,7 milhões para as ações relacionadas à intervenção federal em Roraima.
    A assinatura da MP foi informada pela assessoria da Presidência, e a medida deverá ser publicada no « Diário Oficial da União » para entrar em vigor.
    Senado aprova intervenção em Roraima
    Antônio Denarium assume intervenção
    De acordo com o texto da medida provisória, os recursos deverão auxiliar as ações relativas à intervenção.
    O valor deve ser aplicado de forma integral nas áreas que justificaram a intervenção federal, incluindo despesas de pessoal e investimento.
    O texto da MP
    O texto da medida provisória estabelece que é atribuição do interventor, Antônio Denarium, apresentar ao Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União um plano de revisão de gastos, incluída uma agenda legislativa prioritária que contemple:
    adoção pelo regime próprio de previdência social mantido pelo estado, no que couber, das regras previdenciárias introduzidas pela lei 13.135/2015 (que trata da concessão de auxílio-doença e de pensão por morte);
    revisão do regime jurídico único dos servidores estaduais da administração pública direta, autárquica e fundacional para suprimir benefícios ou vantagens não previstos no regime jurídico dos servidores públicos civis da União;
    instituição de regime de previdência complementar;
    medidas de redução de despesa.
    A MP prevê que a União poderá indicar servidores públicos federais para auxiliar na elaboração desse plano. Prevê ainda que o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União fará auditoria fiscal de Roraima enquanto durar o período de intervenção federal.
    Entenda a crise no estado
    A intervenção federal em Roraima tenta amenizar os efeitos de uma crise desencadeada por problemas de gestão, falência do sistema prisional e denúncias de corrupção no governo local.
    Os salários dos servidores públicos de Roraima estão atrasados desde setembro. Além disso, quartéis da Polícia Militar foram fechados por mulheres dos policiais em protesto à falta de pagamento. Agentes penitenciários também cruzaram os braços no estado.
    Roraima enfrenta, ainda, uma crise no sistema prisional, que já estava sob intervenção desde outubro em razão do crescimento de facções criminosas e novas ameaças de rebeliões.
    Em meio ao colapso dos serviços públicos por problemas internos, o estado também viu a capacidade de atendimento público comprometido ao se tornar ponto de passagem de venezuelanos que cruzam a fronteira entre os dois países para fugir da crise econômica, política e social que atinge o país governado por Nicolás Maduro.
    Essa a segunda intervenção federal decretada este ano pelo governo Temer. A primeira ocorreu em fevereiro, quando o presidente da República decretou a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

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